segunda-feira, 9 de maio de 2011

Arapongas militares temiam golpe da igreja contra regime

Em sinal do ambiente conspiratório em que vivia o serviço de inteligência militar durante a ditadura (1964-85), a Aeronáutica alertou as Forças Armadas, em 1980, sobre um suposto plano da Igreja Católica de São Paulo para "a derrubada do governo", se necessário "com um confronto armado", para criar um Estado religioso independente do Vaticano.

O suposto plano, encarado como "uma crise de grandes proporções", recorreria a várias táticas, dentre as quais "facilitar ao máximo a penetração do pessoal gay nas funções governamentais", para conseguir "informação dentro dessas áreas, corrupção e adesão".

Outras manobras seriam "o relaxamento do ensino público" e o "desvio das atenções das autoridades civis e militares", por meio de "festividades, inaugurações, assembleias públicas".

Para os militares, parte do plano consistiria em "denunciar as deficiências sociais atuais", de modo a aumentar "a insatisfação" das pessoas.

A igreja, diz o relatório, iria recrutar nordestinos e 12.000 coreanos, que estavam sendo na "recolhidos" na região central de São Paulo por kombis e levados para lugar desconhecido.

Depois de quatro dias, aqueles que não conseguissem um emprego seriam levados para outras igrejas ou para um local conhecido como "Cidade dos Velhinhos", na região de Itaquera (zona leste de São Paulo), onde receberiam "treinamento" por quatro meses.

Outro objetivo do plano seria "fomentar, através das artes, a confusão entre arte e imoralidade, incentivando nos jovens o maior uso do sexo livre e todo o tipo de coisas que atendem [atentem] aos bons costumes".

Fonte: Orsista

OBS: Esse post é um oferecimento de Orson Welles.

3 comentários:

  1. Tinha que ser o Orson de novo.

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  2. Típica crítica evangélica de um pseudo doutor protestante infundada contra os católicos. E vossa excelência tenha mais respeito ao falar de Itaquera que não é nenhuma Babilônia carioca.

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  3. Eu apenas copiei e colei a matéria de fonte orsista.

    Acho que você não está se referindo a mim.

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