sexta-feira, 15 de março de 2013

Habilitação (CNH) como direito fundamental



O Brasil hoje é um Estado democrático de direito, e há muito seus cidadãos veem buscando a proteção, ampliação e garantias de seus direitos, a vida, a liberdade, igualdade e propriedade, que são direitos de primeira geração.

Depois disso, vieram os direitos de segunda geração, que são os direitos sociais, relacionados ao trabalho e a vida social das pessoas. Logo em seguida, vieram uma sucessão de outros direitos (meio ambiente, consumo etc.), que hoje é mais oportuno falar-se em dimensões de direitos do que propriamente gerações, que pressupõe sucessão de direitos, o que não é o caso, mas sim dimensionamento dos direitos tidos como fundamentais.

É com base nesses pressupostos, que foram devidamente estudados por este que subscreve, e como resultado de elementos sociais que serão apresentados no referido post de forma oportuna, que venho apresentar aos caros leitores do blog piliano, uma sugestão de um novo direito fundamental a ser conquistado, que seria o direito a habilitação para dirigir.
A muito tempo que o automóvel deixou de ser artigo de luxo, e passou a ser um desejo de consumo e necessidade humana, face as facilidades oferecidas e de se ter um nos dias de hoje.

Provavelmente Henry Ford nunca imaginaria que um dia estaríamos a discutir o direito de dirigir como direito fundamental dos cidadãos, assim como outros nunca imaginaria que a propriedade, liberdade e igualdade seriam direitos expressos em cartas nos ordenamentos jurídicos de estados democráticos do mundo inteiro.

O fato é que dirigir se tornou uma questão de segurança pública, de saúde pública e necessidade, até mesmo para ingresso em determinados órgãos públicos, como Polícias e Bombeiros, por exemplo. De segurança pública, porque o Estado precisa fornecer condições para o trânsito e a segurança, não só do motorista como também do pedestre, assim como seguros e assistência médica em caso de acidentes que comprometam a saúde das vítimas.

Assim sendo, a carteira de habilitação (CNH), deveria ser gratuita, assim como a certidão de óbito e nascimento são, como corolário do princípio da dignidade humana, para o pleno exercício da cidadania, munindo o cidadão de documento hábil para o exercício de cargo público exigível sua habilitação, além de constituir um estado de legalidade que viria a fortalecer a segurança e a saúde pública envolvendo trânsito, com a possibilidade de um controle melhor e maior da prevenção de acidentes e crimes.

O fato é que a habilitação hoje no Brasil constitui um instrumento de enriquecimento de um nicho econômico que a muito já virou uma indústria altamente lucrativa, que é a da indústria do DETRAN, cartórios e autoescolas, que transformou a habilitação para dirigir, que é um dever essencial do Estado, em instrumento de extorsão do cidadão, que tem que pegar R$ 600 ou mais, para dirigir, transformando a habilitação para dirigir em um direito econômico, ao invés de um direito fundamental a disposição do cidadão.

As consequências disso é a marginalização dos milhares de condutores de motocicletas e automóveis nesse país, que vivem a se esconder de fiscalizações porque não podem ou não puderam pagar para serem formalmente considerados habilitados, situação dominante em localidades pequenas.

É uma luta que envolve poderosos das mais variadas indústrias lucrativas, mas já houveram em tempos de outrora lutas muito mais árduas em que direitos foram conquistados, e essa, assim espero, seja mais uma a ser vencida em um futuro não muito distante.

Para muitos, uma oportunidade no trânsito significa uma vida melhor.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Alguns motivos para nunca mais gostar de esportes

Não quero desacreditar gerações e nem tripudiar de pobres mortais que não terão a honra de ver tudo o que vi, mas venho apresentar aqui nesse post algumas razões para que o esporte deixe finalmente de ser acompanhado. Quero começar pelo vídeo da vitória de Ayrton Senna em Interlagos no ano de 1993:



Pouco provável que essa cena seja vista novamente na Fórmula 1. O público invade o autódromo para carregar seu ídolo nos braços, algo inimaginável nos dias de hoje, onde a cena maior de euforia numa corrida de Fórmula 1 é ouvir o rádio do piloto e mostrar a sua namorada do momento na TV após a bandeirada.

Para não ficarmos só na Fórmula 1, que para muitos nunca foi esporte, hoje então, nem se discute mais isso. 
No futebol, houve um tempo em que Garrincha driblava pra trás, deixava todos sentados no chão, e era motivo de alegria e esportividade. Hoje, quando isso acontece, o pau quebra e a partida não termina.

Bons eram os tempos em que o Maracanã dava mais de 150 mil pessoas, e a única divisória que existia entre as torcidas era a das camisas no campo visual aéreo.

Sinto saudade dos tempos em que o Fluminense era só um time simpático do Rio de Janeiro,  o Santos era de Pelé, os curintia não tinha Libertadores, o Manchester City era o primo pobre do United, o Chelsea era um modesto time do interior de Londres, o Quatar e a Rússia jamais sonhariam em sediar uma Copa do Mundo, a Espanha era a fúria mansa.

Hoje somos obrigados a ouvir o pai e empresário do jogador Marcelo Moreno dizer que seu filho não vai jogar no Palmeiras ou no Flamengo porque são clubes fracassados. O esporte acabou. ainda ressuscitando a Fórmula 1, recentemente teve piloto que foi demitido da equipe, na qual havia sido contratado porque não trouxe o dinheiro dos patrocinadores, conforme o prometido.

A Copa do Mundo no Brasil vai ser jogada em Cuiabá, Manaus, Brasília e Rio Grande do Norte, e a próxima será no Quatar.

Pra piorar, só falta descobrirem que a seleção brasileira, que torcemos tanto em Copas, pontos facultativos no serviço público, férias escolares, para que? para ver jogadores que estão fazendo parte da seleção porque pagaram lobistas. Ai será o fim.

Até coisas históricas que a CONMEBOL ainda mantêm no futebol, já tradicionais na Libertadores, cobrar escanteio com a proteção de escudos, cartões que valem dinheiro etc, agora estão ameaçados, porque, pasmem os senhores, está até morrendo gente.

O esporte virou empresa, e o torcedor virou consumidor. Igual em lutas de MMA, onde se tirou a magia do público japonês, adoradores de samurais, por um público de bêbados, que está ali para beber Budweiser e ver um pouco de porrada.

Definitivamente, estão matando nossas paixões.
Luto pelo esporte!

quinta-feira, 7 de março de 2013

Caso Bruno



Essa história do goleiro Bruno é mais cabulosa do que se imagina. É a amostra da decadência da instituição famíliar. 

A começar pela própria vítima, que foi fruto de relacão extra conjugal (adulterina), isso mesmo, durante as investigações do crime, se descobriu que o pai de Eliza não era o pai dela, e que o suposto pai sabia disso, e, segundo depoimento da mãe na delegacia para esclarecer o caso, disse que o pai exigiu que ela extorquisse o pai biológico, um empresário do Paraná, segundo a mãe.

Foi sob esse ambiente familiar que Eliza cresceu, e como não podia ser diferente, passou a vida se envolvendo sexualmente em orgias de jogadores de futebol, gravações de filmes pornôs, provavelm,ente prostituição etc, e morreu sem saber que seu pai não era seu pai biológico.

Bruno, também não cresceu em um ambiente familiar saudável. Não tem pais (pelo menos presente), e seu único grande amigo matou Eliza. Muito antes do ocorrido, Bruno já havia sido envolvido em outras polêmicas, ele estava no caso Adriano, da mulher (uma dessas frutas) amarrada na árvore em uma dessas orgias de jogadores de futebol, declarou que é normal uma mulher levar uns tapas de vez enquando, entre outras polêmicas.

Bruno já demonstrava uma personalidade totalmente agressiva e voltada para o crime, fruto de sua criação conturbada.

O interessante é que todas essas histórias de má formação familiar resultou em algo que restou disso tudo, uma criança, filho de Bruno e Eliza. A mãe assassinada pelo pai, o pai na cadeia por ter matado a mãe, a vó, adútera, que teve sua mãe com outro homem desconhecido, e um avó que não é seu avó. 

Com todas assas histórias familiares terríveis, fica a pergunta: qual é a chance dessa criança seguir a "tradição" familiar que teve como herança?

domingo, 24 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

A história universal dos direitos humanos

A 24 de outubro de 1945, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, as Nações Unidas surgiram como uma organização intergovernamental com o propósito de salvar as gerações futuras da devastação do conflito internacional.
Representantes das Nações Unidas de todas as regiões do mundo adotaram formalmente a Declaração Universal dos Direitos do Homem em 10 de dezembro de 1948.
Representantes das Nações Unidas de todas as regiões do mundo adotaram formalmente a Declaração Universal dos Direitos do Homem em 10 de dezembro de 1948.
A Carta das Nações Unidas estabeleceu seis corpos principais, incluindo a Assembleia Geral, o Conselho de Segurança, o Tribunal Internacional de Justiça, e em relação aos direitos humanos, um Conselho Social e Económico (ECOSOC).
A Carta da ONU concedeu à ECOSOC o poder de estabelecer “comissões para os assuntos econômicos e sociais e para a proteção dos direitos do homem.” Uma delas foi a Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos, que, sob a presidência de Eleanor Roosevelt, viu a criação da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Carnaval da Lavagem


É estranho o silêncio da Rede Globo de televisão quanto ao uso de agremiações de escolas de samba como fachada para a lavagem de dinheiro oriundo de ilicitudes, como por exemplo o jogo do bicho, e em casos mais graves, do tráfico de drogas.


A Beija-Flor passou anos ganhando carnavais, porque seu presidente era um importante chefe de quadrilha envolvida com o jogo do bicho, agora a bola da vez parece ser o "poderoso chefão" da Vila Isabel, que segundo relatos, fica chateado se não tiver sua mão beijada e pedido de benção.

Agora vem a tona o caso do presidente da agremiação da Mangueira, Ivo Meirelles, que, segundo o Ministério Público, é suspeito de envolvimento com criminosos, recebendo mensalmente dinheiro do tráfico.

Acho estranho esses casos não serem noticiados na Globo, que é quem tem exclusividade nos direitos de transmissão desse evento. Talvez seja porque, segundo relato do jornalista Jorge Kajuru, falar da CBF, calendário e da Seleção Brasileira não é assunto jornalistico esportivo, é assunto de negócios da empresa. Talvez a tática adotada para o setor de esportes seja a mesma para os negócios do Carnaval, uma vez que a Globo recebe só da Prefeitura do Município do Rio de Janeiro 5 milhões de reais para transmitir ao vivo o evento.

Há muitos anos que as escolas de samba são instrumento de corrupção, lavagem de dinheiro e enriquecimento "lícito" de alguns poucos envolvidos com esse grande negócio. Isso se torna tão lucrativo, que é melhor ocultar isso tudo com uma globeleza.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

BecomeViral é scam ou não?

Uma amiga recebeu um comentário, em um vídeo recém-postado dela no YouTube, elogiando seu trabalho e perguntou porque ela não utiliza o serviço BecomeViral para aumentar a audiência, daí ela me questionou o que seria este BecomeViral?


TheJeroen88. BecomeViral.com. Disponível em: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4NRccBidG-M">. Acesso em: 29 nov. 2012.

Em uma rápida pesquisa, o site BecomeViral promete uma grande visualização para os vídeos a quem utilizar seu serviço, algo que seria de grande ajuda para pessoas que desejam grandes visualizações em seus vídeos, seja para fins publicitários ou ter seus 15 minutos de fama.

Agora a questão é, seria BecomeViral um scam? Primeiramente, o que é scam? Segundo o site Terra:
Como se não bastasse vírus e spam, agora, os internautas têm que ficar atentos para outro tipo de ameaça: as fraudes online. A prática é sempre a mesma: um e-mail chega à Caixa de entrada do programa de correio eletrônico oferecendo promoções e vantagens, ou solicitando algum tipo de recadastramento. A isca para "pescar" os usuários são empresas conhecidas, como bancos, editoras de jornais e revistas, e lojas de comércio eletrônico. O fenômeno está sendo chamado de "scam".
Se alguém já testou o serviço BecomeViral e quiser se pronunciar sobre o assunto, ou ainda se você quiser apenas dar sua opinião, por favor, comente.

Clique aqui para visitar o site do BecomeViral.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Oron


O texto a seguir era para ter sido escrito há algum tempo, porém, devido a fatores negligentes, apenas hoje pôde ser concluído, se não em sua totalidade, alguma parte deve se salvar.

O fato é que a censura na internet fez uma nova vítima, não teve o mesmo impacto do bloqueio do Megaupload, mas desta vez um serviço de armazenamento menos conhecido chamado Oron.

Qual foi a forma legal de desativar o Oron? Estressando os donos do site com processo, no caso movido pela Corbin Fisher, produtora de filmes adultos muito apreciada por alguns redatores deste blog, pois, como todos sabem, recursos judiciais consomem muito dinheiro, logo, minando o caixa da empresa aos poucos, o site não conseguia mais operar, sendo obrigado a fechar as portas.

Aos poucos a censura vem acontecendo no meio cibernético, calando os pequenos e criando muitos entraves para os servidores mais conhecidos, tanto é que são raríssimos os sites que aceitam PayPal como forma de pagamento.

Fonte: XBIZ Newswire

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A Queda do Seu Toba

500 Internal Server Error

Sorry, something went wrong.

A team of highly trained monkeys has been dispatched to deal with this situation.
If you see them, show them this information:

_TPQI_zUtIjFTmeWGJ0YwLGnunncyJIW0t7VJE_iUPJTWaX4zjXzcD4tEYXn
03gI0-ycB3MFWFUFXR7E0XVmFb4pmc12aJsOm7nJpmmpzuklDaLSYncDOc2l
q4OIVglH5xu42TJYJudP7L6D5a2jj-7QcEYla2Tr4b8YjSXJ6gaysVuENTuy
OYWCBzCPi6TjHlCKACuUea24BO29Ygw5-U2hFKKOotaISO8NLb-N9AnNMeOF
9is5kAY7vYdvfTMtt8ahniCfhmcvgCmGz8JvnJydn2InQQoBHn7ULDgm2_2-
tWSSMKsHEfuBMd9y_IVSoK7YBzNjJdo1KQjcp7MqNRp27kyNsvcWB7qP8z9X
oplH8HjUbJtja4cTwJsB50rAxGSiHs4eGRX9JbT0lTbfGjGTy-rVIH4nhxPD
zb9raKH-JYU4Q1AGp6VLjn3TiOzsm3P2ZHDxo9A5M4jilZbk5-JYSVFh2GgC
Huq8EqNFbDZyA3dj80zDWZik377JRPvrEzsIj5_xPOR6kvdbgqoI1joMJ71s
PWIGguhB3pOq9SY8bwLUMgvJ1Lry06RVCdnByjC9AqD6ABzP7Rf871LbFAP8
FesVaJ8zXaaoFYnz6Hv-3jJiYXeebxxErXMGbcx5mBevM3EMijJRAo_0R79M
F6173Osikh-I9aMlZTSeDcfG96eliMAGT-4S7Dq3jnNUG1F-q5NeuYYLqoa9
IPF0nhL7eNWv3gjcIibZTHFBkkpOwX-dCOASmoWF5EES3XcN-bUzApu4swKh
ahPiPawO92rzomu-TF9thCKWY0Gf3klEHBlsURvjlNHtdKAcGPbV4kzXqLlM
Q-D9bD81RHtPzBP1NV4g3A6zUUHbagTkhmzwVzMp-0hbks_Py9dSurlpqY8H
6tj6fiNT5V_AYILv-atZVIDmAtorqyWptkiUq6LlZcCNl0rWez3t16hAL8uZ
8ZZqXJQXehk9_EMk14k0UTv8UYMMDRVzlt7WL9iGqiPCIDIpc22Sa5KxGmSN
goWFHC_7lcySBMCsh4M6X0rKMbKxS-jObRpHPKwl3jISX55Utw_nOazHEVIk
Mz0H6Zh4KAdOv8lleaas9BIN_eHLGxcJYeldCwpsf9DnZpiRhFcaXGFoo5-2
aIjcY5Tb8PaTOj2DxnEA5sB8QDFexwczI5y3yF_WN1YgNsOL5b79evl-blSP
2ZUuyVzwGRAmAJ2d8eB53w-8lE-oiuQS4EcnYECscQruD8_tiTTtCfpsFpWF
SIcDEBPPs6AVsio1qpjVw60SK8DADl35na8fQtbK8Q3FN6GKJDb8wQ2IpTTU
otFcm5iBXisc0nqFnHkfYrC6tjhPUc6xgWD5sWFJyfDINdHFjALnSge_La9Q
NLZsKbwTQm8jHDjprKvvMj00rKtHOef6yrxsvs7dLOADwhiFm2zrGKGYhaLF
STmCxEOR85R6m393SymqhOIQgIyM22MAXTWWe7doitZUTdp4sZNh3mVhToRd
l8pei-BMRobOk4S7eHKWlpxZQVw24qqbYPLhLRYtEMM-_JZVD5S9Ixw2KqcD
Clqltu6TKMcibKtU1C1aEYcQc_zj_K3xw1PYwr_1ivP0G8NLogkUeW-QqA1o
R78OQAJFfHG0w1bub5oaGt-jQLPNvOEGWVarDkI21KC300O24LHdfCAH0h05
fBOPUomS0Qei3jKugZGm4rg3HrkQPOtQECbYxtD-mbC_cm224aZMYxw1RCM5
Bo4EDiIY2iEgbVRlzS0h1R-3Ywf7k0NEdnnxFVx95uIQW_kVG7ICpWR-yiWA
F0w2qw2hn3Za0rVDuiL5hIb620ep2bZo3CbbeJN0j-BLOvHxbDnAb0kzcs8i
as8BjMiRceZRX4LvlqEU26fZhSc4OFVO7k-97yoNc9uMPg1Olpb0_P1MnRhc
ubz8JP73W3gZAsrVvUL8iebVX-uRewuUTQG1l4dhWWtVfmukBWABBm_qfjTl
9WQUOQQus6BGiQoAluZ5_NnRQsvZf7A64jHkKiBlKlEd4gStiXGcK_d3-jrJ
NLq6aNua3-I-ExCibjyoFMSLFc4b5HPZWMzIHta-ipTLvL5luNVRvi-O2OtH
3SQHY78_DMWsBaMJagmB6Fv2JdmzrpwfuJyz2Cm-vsgYCSRCtCUp1tsRiDGZ
pQQSB5c-LjAA6bH9AU1oKt3tPBNq4IMXyHWd7XbaNmhNySeMmlewy0i2psIM
YDpCJnGvuxCy8Z-XgBWnc6DyxDg6rYVvIHZI_f7BFlreuOF3htRXTct6rxOY
l4mszHuyXwsdZ2RzTpEHghbYK0TVAw71MPYCoPAvGFEWsO5IzxbwDHA9sthC
FvoLz8HOUPu9mRG4hvzADnuTclUg2_-4nlkdWaOUTKmeEvTnPFE8w1Nq6pen
tUL_9V21DxkuDo6zkHLNUVJ2yGNg_2iKM1HIIAonMQwxPyfeYSTWibuX4_Pu
NTkN8ieAMqKZbEATsUdALh3ru1RWv8-4QQIWc3xJWGL_v2InqKqZNdHAtajt
YvAp_lM6KhdnBjaZxAo04HmMb8HsgQYqvI_MasFCp7BtTfIeKzSuFmneMFi-
9f55TzCfRsWtpZFJyVQDusHjE2bwmJ2laBQOZYrg-mS1UzB2HG8OAjjW6tt4
WXMm1eAAU2s9sndd6BFgjgO89xs6gn5yzevA6e2uNI5dPBylneFn2-AqpMb0
BpSGWjTzftYlnLxFlS-aJcqoSY2w_eJJKV5fkoZB9prKmma05lRGvAOQAj4Z
s_RM3qE00TddwbMIIngdCEEiQolRlA965OdkcDDyQmlRRqOT61cy5YoyPOls
6qBHc3TuWeXGfJjg5R_vfnQFjRif7Gm5m1ivUN1v7VSV4Ee9lq2uVvnX4H5C
lx-jyryHmTyBLunhsBbirezc7QilP4lZQ155RB9lccexz_TTn829qcBIcfm3
LOZ1x867JM0rmQIeYY_8KYzdIh2kqpDXW_iKgk8GZ9l6Hanm07DAqzZ1TSCA
co3czD9BG0nk2PM7te_iZ_gWp_XI9i5XMDR3TBlVEs_mJPwXX5m1TPa3FJ_f
XfFokXJK4QXNwxaXbWmJX-psdtzgJCbZiKRFrSR0MfZs2Zm_vhqDbnIwdvif
TcnSf82uHF5gvGCgkS0NoMI0eyelgKDgqRYe_F8oHIVF54km

Só os fortes entenderão.