quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Rock In Rio: No Dia do METAL Ladrões Agiram Menos

Veja o porquê:



Fonte: http://whiplash.net/materias/humor/139095-metallica.html

Claudia Leitte e as vaias no Rock’n Rio 2011

A “loira do axé” Cláudia Leitte fez uma (polêmica) postagem em seu blog se sentido ofendida pelas vaias na qual tomou enquanto cantava um clássico do seu repertório: “Segura na corda do caranguejo”. Segue um dos vídeos abaixo que você pode se deliciar no You Tube:

O referido post foi esse:

'Não gostar de Axé é normal! Anormal é achar-se superior porque conhece John Coltrane ou porque adora o Metallica. Procurem no Google sobre a história de um ariano que se achava superior aos judeus...Há tanto por fazer. E pessoas com voz ativa, com acesso à internet, manifestam-se como se fossem melhores que as outras porque curtem o LED ZEPPELIN… Hein?' Artistas internacionais vêm pra cá, mostram a bunda, atrasam-se por 2 horas pq estão dando uma festinha no camarim, não conseguem conciliar a respiração com o canto, não preparam espetáculos para o nosso povo, desafinam, enfim, pouco se importam conosco, querem beijar na boca, ir à praia e tomar nossa cachaça, e nós, que pagamos caro para assistir aos seus “espetáculos” em nossa terra, aplaudimos a tudo isso. Ah! É Rock! É Pop! É bom!'

Obviamente ela queria causar polêmica, já que o show não fez tanta repercusão como imaginado pela produção do seu show. Da mesma forma que foi grosseira no seu post, o repúdio de outras pessoas vieram da forma mais natural possível. Uma das “cartas abertas” na íntegra foi essa:

“Cara Cláudia,
Tive o desprazer de ler sua postagem sobre as criticas recebidas por seu show no Rock in Rio. E confesso que me assustei com o que li. A forma como a senhora tratou os que a criticaram em nada difere da postura deles. Foi arrogante, se colocou como falsa-humilde que esconde a pseudo superioridade.
Dizer que quem a criticou por sua duvidosa apresentação é gente desocupada é um tanto quanto controversa. Afinal, a senhora mesmo os criticou em seu blog. Talvez também não tenha o que fazer, então...
A senhora não foi respeitada porque não respeitou primeiro. Teve a mesma soberba de outro artista que levou uma chuva de garrafas na edição passada. Chegou querendo impor e se impor, esquecendo-se de que não estava em um terreno “seu”. É fácil ser estrela em uma micareta, mas deve ser foda saber que não era a artista principal da noite no festival em que tocou, não?
Nem todos são tão radicais como a senhora se colocou em seu blog. Em 2001, estive no Rock in Rio III para assistir ao show do Neil Young. Antes, entre outras bandas, assisti a apresentação de Elba Ramalho e Zé Ramalho, notoriamente não-roqueiros. E, sem surpresa alguma, um público de quase 130 mil pessoas aplaudiu, dançou, cantou e respeitou o trabalho de ambos. Tocaram forró, frevo e tudo mais... E por que o público teve esse prazer e respeito? Porque ambos são artistas que, fora dos palcos, possuem carisma, humildade, competência e talento para saber lidar com as diferenças. E respeitaram o público que estava diante deles.
Pois bem: pode-se dizer, aparentemente, que sou um roqueiro ofendido com a forma como tratou aqueles que gostam de rock e não gostam de axé. Ok, assumo meus preconceitos em relação a esse tipo de música. Mas não sou xiita como a senhora se colocou em relação aos roqueiros. Ano passado estive em um show da Ivete Sangalo em minha cidade. Nunca, em sã consciência, iria a um show desse. Mas fui por razões profissionais. E gostei do que vi, mesmo não gostando do ritmo.
E por que gostei? Por causa da forma como a cantora tratou seu público e, principalmente, a maneira como se portou fora dos palcos, respeitando, sim, as diferenças. Nunca vi ninguém conquistar minha simpatia da maneira como dona Ivete conquistou aquele dia. Continuo não gostando de sua música e de seu estilo musical, mas passei a respeitar muito a artista.
Por falar nela, a referida postagem em seu blog apenas levantou a bola na área para que Ivete fizesse um gol de placa e te mostrasse como conquistar outros roqueiros em um festival que leva o nome de “rock”. Mas isso deve doer mais do que qualquer outra critica que nós, reles mortais, possamos desferir em sua leittosa direção.
E só uma dica: não use mais o nazismo como forma de reforçar uma idéia. Isso demonstra falta de argumentos e preguiça mental, pois sabe que todo mundo sempre rechaçará qualquer atitude parecida com a do “ariano”. Lembre-se que o próprio arrastava milhares de pessoas por onde passava, falava com eles de cima de um palco e dizia que quem estava contra ele era ignorante e, provavelmente, não tinha o que fazer na sua doentia concepção. Nesse caso, sua postura não difere muito da do ariano, não... Ele generalizou os judeus, você generalizou os roqueiros. Ambos diante de uma multidão de fãs.
No auge de sua soberba, a senhora chega inclusive a tratar roqueiros como seres desprovidos de inteligência mesmo que remota, já que pede para entrarem no Google e pesquisar sobre o “ariano que se achava superior aos judeus”. Aposto que se fizer uma enquete entre seus fãs, muitos sequer saberão escrever Hitler... quiçá saberão quem foi! Mas o que esperar de alguém que compra um DVD da senhora, não?
Dizer que um roqueiro se acha superior por conhecer Metallica ou Coltrane é o mesmo que se sentir gostosa por fazer um clipe com ex-Menudo recém saído do armário. Quem esfrega o que na cara de quem?
Mas é sempre assim, não? Quem critica o faz por inveja, queria estar no seu lugar, em cima daquele palco, não é? Claro: o mundo inveja Cláudia Leitte... que humildade, que modéstia, que exemplo!
O pior é vê-la criticando os artistas internacionais por atraso, por mostrarem a bunda, por não conseguirem “conciliar a respiração com o canto” – clara alusão à Kate Perry, que NÃO foi vaiada no mesmo dia em que a senhora se apresentou, mesmo ofegante.

Os critica por que? Posso usar sua mesma forma de pensar e achar que está com inveja deles? Olha, acho que posso... Releia sua frase:

“pouco se importam conosco, querem beijar na boca, ir à praia e tomar nossa cachaça, e nós, que pagamos caro para assistir aos seus ‘espetáculos’ em nossa terra, aplaudimos a tudo isso”.


Falou a senhora conhecida por uma música cujo refrão é “eu quero mais é beijar na boca”!
Sinto um enorme ressentimento vindo dessa frase... Porque os que pagaram caro para ver o show dos internacionais também pagaram caro para ver o seu show – e seus outros shows não devem ser baratos, também. Mas eles cobraram mais cachê, não é? Acho que isso que deve doer...
Talvez um dia a senhora consiga alugar um “garden” qualquer pra alavancar sua carreira internacional e, quem sabe, gravar um single com algum desses mesmos artistas que criticou. DUVIDO que vá falar: “não aceito porque você foi ao Brasil, atrasou o show, beijou na boca e bebeu cachaça!”.
Assim como você disse ter gente honesta trabalhando com você, eles também possuem gente honesta trabalhando com eles. Mas a senhora também não respeitou isso...
Enfim: perdeu uma ótima chance de ficar quieta.
PS: se tem mesmo todo esse respeito por Rita Lee, nunca mais faça um show em um rodeio, ok? Não importa o quanto paguem, o respeito que tem por ela não deve ter preço, certo? “

Fonte:http://questaodeordem.blogspot.com/2011/09/carta-aberta-claudia-leitte.html

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Evangélicos são os maiores nerds do Brasil

Assistindo ao vídeo produzido pelo College Humor, que pode ser conferido clicando aqui, cheguei à conclusão que os evangélicos são os maiores nerds do Brasil, este texto não tem como finalidade denegrir a imagem destes bravos cristãos, afinal, sou cristão também, mas veja bem, o conhecimento dessas pessoas são de fazer inveja a qualquer fanboy de Star Wars, Star Trek ou qualquer outra coisa.

Toda vez que eu assisto ao programa do Silas Malafaia eu fico admirado, não somente com sua oratória, seu poder de convencimento é tão grande que estou quase pagando dízimo com PayPal, mas também com seu conhecimento da Bíblia, citando não apenas as passagens, mas também dizendo quais são os livros, os capítulos e o mais surpreendente, os versículos.

É como você pegar um fã de Star Trek e ele citar acontecimentos obscuros de cada um dos filmes, ou episódios dos seriados, e indo além, o fã conversar com você em klingon com espantosa desenvoltura como se fosse o português.

Tudo bem, Silas Malafaia é profeta, é como se fosse um Jedi dos cristãos, então peguemos os Padawans, aqueles fiéis que vão aos cultos. Tive o prazer de conversar com algumas destas pessoas e elas conseguem reproduzir fielmente as passagens bíblicas com tamanha fidelidade e facilidade, possuem um conhecimento bíblico maior que o meu, eu que outrora fui coroinha.

E por que evangélicos e não católicos? Porque católicos não são tão nerds, salvo exceções. É como aquela galera que assiste a filmes apenas por assistir, não são cinéfilos, as críticas se resumem em duas coisas, gostei e não gostei. Conversar com a maioria dos católicos é conversar com uma pessoa não nerd, ela não ficará fazendo referências bíblicas em momento algum ou as que fizerem serão por cima.

A Bíblia tem menos páginas que Harry Potter, mas nada impede que qualquer pessoa pegue os livros de Harry Potter e estude, a questão é: quem tem saco para fazer isto? Apenas os nerds, e como o número de evangélicos no país é maior que o número de fãs harcores de qualquer coisa que seja, então os evangélicos são os maiores nerds do Brasil.

Arma em casa? Cadeado nele!

Recebi este artigo do Reinaldo Conquista por e-mail.

Você que possui uma arma em casa assim como no caso do guarda municipal que deixou a arma guardada em cima do guarda-roupa e o filho dele pegou levou na escola e baleou uma professora e se matou em seguida, vai uma dica; antes de guardar a arma no local de costume abra o tambor do revolver e coloque um cadeado com chave ou de segredo de preferência, de modo que se alguém o encontre não poderá fazer uso do mesmo pelo fato do cadeado estar impedindo o fechamento do tambor, ai um caso como esse poderia ter sido evitado, porque isso evitaria da arma ser usada por pessoas indevidas da casa mesmo estando a arma municiada.

No caso de uma arma automática deve-se colocar o cadeado atrás do gatilho ou se o gatilho for largo faz-se uma perfuração no mesmo rente a alça de modo a inserir um cadeado pequeno.

Repassem a ideia, não custa nada e muita coisa de ruim poderá ser evitada.

Greve no Banco do Brasil

Mais uma exclusiva do blog do Perguntas Intrigantes Livre, ou PIL, ou essa merda mesmo, uma fonte confidenciou a mim que o Banco do Brasil entrará em greve em breve, acredito eu que só estão esperando a greve dos Correios acabar para os bancários iniciarem a deles.

Aliás, Banco do Brasil entrar em greve é como data comemorativa, tem todo ano.

sábado, 24 de setembro de 2011

Spiderman Sacana

Procurando presente para o filho de um amigo, deparei que algum gaiato armou uma posição inusitada para o amigão da vizinhança.



Acidente na Conselheiro Carrão, São Paulo

Grave acidente na avenida Conselheiro Carrão, na cidade de São Paulo, envolvendo um táxi e um veículo vermelho. No momento do registro das imagens, havia uma ou duas viaturas da ROTA e nenhum sinal de ambulância no local, havia uma pessoa deitada na calçada, aparentemente lúcida. O impacto foi tão forte que uma das rodas traseiras do veículo vermelho se desprendeu ficando a uma considerável distância.





sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Exclusivo: Primeira Foto Oficial do Rocky in Rio



Contos Orsistas: A Lesma

Convidada para a entrevista em um famoso canal de televisão, televisão aberta, afinal, este tipo de entrevista só tem a acrescentar culturalmente a pessoas de baixo nível intelectual como os redatores desta porcaria de blog, a lesma. Este ser tão amável, aliás, amabilíssima, vítima de, digamos, racismo cientificista, é chamada de nojenta e até algumas vezes acometidas por lesmianismo, o equivalente ao canibalismo no caso das lesmas, por certas pessoas por se tratar de uma fina iguaria.

Mas, devido a baixa audiência do programa, a entrevista nunca foi ao ar e nunca saberemos o que a lesma tem a dizer.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Contos Orsistas: ¿Por qué no te callas?

Em uma cidade espanhola esquecida pelo tempo, onde a eletricidade acabava de dar os primeiros sinais de existência, tornando a noite daquele vilarejo, um lugar iluminado tal qual Apolo em sua carruagem de fogo abençoava com um lençol quente durante o dia, havia um casal de mudos cujo diálogo entre os dois é demasiadamente interessante.

                , disse o mudo.

Respondeu a muda:                ,                ...

Contrariado o mudo respondeu:                .                 ,                 ,                ,                !

O silêncio foi tomando conta do lugar, quando de repente, a muda, visivelmente irritada, esbravejou:                ?                !?

O mudo se calou perante tal argumento.