quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Senhor, tende piedade de nós!

bandeira

Em ano de eleição, vale a pena lembrar de toda corrupção. O Povo Brasileiro é criativo. Gosto da maneira como sabe dar seu recado.

Para você político abra olho!!

Pelo jeitinho brejeiro da nossa juíza
Pelo perigo constante quando Lula improvisa
Pelas toneladas de botox da Dona Marisa
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo Marcos Valério e o Banco Rural
Pela casa de praia do Sérgio Cabral
Pelo dia em que Lula usará o plural
Senhor, tende piedade de nós!

Pela jogada milionária do Lulinha com a Telemar
Pelo espírito pacato e conciliador do Itamar
Pelo dia em que finalmente Dona Marisa vai falar
Senhor, tende piedade de nós!

Pela "queima de arquivo" do Toninho (de Campinas) e Celso Daniel
Pela compra do dossiê no quarto de hotel
Pelos "hermanos compañeros" Evo, Chaves e Fidel
Senhor, tende piedade de nós!

Pela volta triunfal do "caçador de marajás"
Pelo Duda Mendonça e os paraísos fiscais
Pelo Galvão Bueno que ninguém agüenta mais
Senhor, tende piedade de nós!

Pela máfia dos "vampiros" e "sanguessugas"

Pelas malas de dinheiro do Suassuna
Pelo Lula na praia com sua sunga
Senhor, tende piedade de nós!

Pelos "meninos aloprados" envolvidos na lambança
Pelo plenário do Congresso que virou pista de dança
Pelo compadre Okamotto que empresta sem cobrança
Senhor, tende piedade de nós!

Pela família Maluf e suas contas secretas
Pelo dólar na cueca e pela máfia da Loteca
Pela mãe do presidente que nasceu analfabeta
Senhor, tende piedade de nós!

Pela invejável "cultura" da Adriane Galisteu
Pelo "picolé de xuxu" que esquentou e derreteu
Pela infinita bondade do comandante Zé Dirceu
Senhor, tende piedade de nós!

Pela eterna desculpa da "herança maldita"
Pelo "chefe" abusar da birita
Pelo novo penteado da companheira Benedita
Senhor, tende piedade de nós!

Pela refinaria brasileira que hoje é boliviana
Pelo "compañero" Evo Morales que nos deu uma banana
Pela mulher do presidente que virou italiana
Senhor, tende piedade de nós!

Senhor, tende piedade de nós!
Pelo Ali Babá e sua quadrilha
Pelo Gushiken e sua cartilha
Pelo Zé Sarney e sua filha
Senhor, tende piedade de nós!

Para que possamos ter muita paciência
Para que o povo perca a inocência
E proteste contra essa indecência
Senhor, dai-nos a paz!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Entre Almas

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Bulgária, ano de 1999, estou na montanha de Musala, Penícula de Balcânica, o lugar mais alto desse país.

Encontro-me em um templo Islâmico, herança do tempo que o Império Otomano governava por aqui. Sou convidado adentrar o recinto.

Recebi uma espada, nela incrustada um rubi de uma tonalidade sangue que hipnotizava minha mente. Um grupo de anciãos em minha volta:

Uma espécie de reunião ou cerimônia acontecia naquele instante. Foi me explicado que as mentes, bem como a força deles estavam comigo naquela jóia. A espada queimava em minhas mãos. Enquanto eu a empunhasse, eu detinha o poder deles.

Começou um ritual de sangue e batismo da espada, e em todo meu corpo... Tenho repulsa! 

Mas ao mesmo tempo aquilo me fascina... O que eles querem de mim? Compreendo o ritual, sou mentalmente informado, são vampiros! Vampiros tão velhos que a arca de Noé, poderia comportar ou ter trazido qualquer um deles. Eu também sou, é assim que me dizem, mas um vampiro diferente... Um vampiro mental !

Absorvo a energia das pessoas. Sou mais perigoso que os vampiros tradicionais. Eles podem se alimentar de sangue de um humano dezenas de vezes, até escraviza-los pelo resto da vida.

Eu não! Eu absorvo energia vital... Tempo... Vida.

Qualquer descuido meu - levo anos a fio da vítima. Sou orientado a praticar meu poder em lugares públicos, boates, festas, onde posso absorver a energia em grandes quantidades, sem atingir isoladamente um ou outro humano. Pobres crianças!! Entram jovens, e saem mutilados em pequenos meses de sua vida.

Por isso sou diferente, ando ao dia...

Todavia  tem um preço - Sou cego!

Durante o dia sou completamente cego, mas graças a minha dualidade de corpos, experimento sensações que vão longe complementar minha incapacidade ocular.

Minha tarefa? Servir ao conselho! Caçar quem não se enquadra na nova era. Quem jurar na espada deve ser perdoado e seguir os nossos costumes... Não pode ser mais ferido... Tocado, estará sob minha proteção; Haja feito o que tenha feito em todo sua vida imoral vampirítica. Quem não Jura? Morre pela espada!

Sou uma espécie de equilíbrio do poder, a raça vampiresca tem de ser ocultada nas sombras, quer pelo medo ou pela força. Há certo pacto dos poderes ocultos com a Luz.

Você deseja saber o que eu sou? Sou o núcleo, o primeiro, sou a essência da criação vampiritica. Sou a figura mais perigosa controlada pelas mãos do conselho de anciãos, sou ele Jhaaziel

Na verdade, em boa parte do meu tempo sou o humano Adiel, minha mãe adora nome de anjos, escolheu este pra mim. Minha alma demoníaca renasceu neste corpo, não sei como e nem o porquê, a força, ódio, e as trevas são avassaladoras para qualquer humano.

Divido esse corpo com a consciência do humano. O mal impune deseja morte, sangue e destruição. Mas o humano o controla, ou pensa que o controla. Ele me tolera, porque dei-lhe poderes: Ele anda de dia, ele alimenta-se de um poder incrivelmente mais poderoso que sua mente possa aguçar. Essência da vida... Ele alimenta-se do sopro de Deus.

Em cada humano que nasce contém a fagulha divina. Esta o alimenta como nenhum outro da sua espécie jamais absolveu tal poder. Ele transita nas duas esferas, como um ser demônio e anjo, a serviço de algo que ele sabe muito bem, como será o fim.

Baixinho Invocado!

Medina & anão

Era uma vez uma porção de coisas que acho muito bom que cuidem de não esquecer e que, para isto, as enumero: um bar, um espelho, um gordo homem alto, um copo, um cálice, um magro homem baixo, um garçom, um soco, uma briga, uma cerveja, um conhaque, uma rua, uma mulher, uma bronca, uma paquera, uma agressão, uma pausa,um revide.

Era uma vez uma porção de coisas que, após enumeradas como o foram, devem imediatamente ser colocadas na ordem justa e devida, para evitar maiores danos à cabeça de quem lê e que, se for desequilibrado como imagino, deve estar roxo para saber o significado do bar, do espelho, do gordo homem alto, do -copo, do cálice, do baixo homem magro, etc.

Primeiro, tomemos para cenário o bar com o espelho ao fundo e um garçom de intermeio, eliminando, desta forma, três das várias coisas citadas no era-uma-vez da estória.

Neste cenário entrou o homem alto e gordo que se sentou na cadeirinha do bar, pedindo um conhaque num cálice pequeno, e se escondendo atrás de um jornal que exibia as manchetes habitualmente enganadoras.

Seguiu-se, então, a entrada do homem baixo e magro que, seguindo o contraste, comandou uma cerveja num copo longo. Por minutos nada mais aconteceu naquele bar, a não ser uma imagem que lembrava a pontuação exclamativa espanhola. De um lado, um ponto de exclamação ao inverso: um homem alto tendo, em cima, um pequeno cálice; do outro lado, a pontuação admirativa normalmente posta: um copo longo e, sob ele, o homem curto.

Então, de repente, surgem na estória vários dos pontos de venda citados no início e que me permito repetir para que não se percam hora alguma: uma rua, uma mulher, uma paquera, uma agressão, uma briga.

Da briga, cuidamos em seguida. Através do espelho o homem viu, detrás do jornal, o homem enorme. Num pulo de gato arrancou-lhe o jornal da mão, colocando, no nariz do homem enorme, seu pequenino dedo de homem curto.

— Pensou que nunca ia me encontrar, não é, seu cavalão cretino? — esbravejou o pequenino, sem obter nada em resposta, a não ser uma atenção mais cuidada por parte do garçom que, boquiaberto, não esqueceu de abrir a boca para ficar realmente boquiaberto (uma vez que é muito comum chamarmos de boquiaberto os que estão unicamente estupefatos).

— Sabe quem eu sou? Não diga que não sabe, que você sabe muito bem quem eu sou

— perguntou e respondeu o homem pequenino demonstrando uma auto-suficiência para o diálogo simplesmente alarmante. — Eu sou o Jurinha.

Como ainda desta vez não tivesse motivado o homem enorme para a briga, o pequenino levantou da alta cadeira em que estava, ficando, assim, menor do que já era, porque, de tão pequeno, ele, sentado, era maior do que em pé.

— Eu sou o marido da Helena, seu safado — apresentou-se o pequenino na ponta dos pés, posição que não era cômoda, porém facilitava a aproximação do seu dedo em riste se não do nariz do homem enorme, pelo menos do seu umbigo — parte do corpo de aparente inutilidade, mas de periculosidade desmedida. — Pensa que eu não sei o que você anda fazendo, seu palhaço?

O homem enorme mantinha-se calado como o cálice de conhaque que já nem tocava. E o homem pequenino (incríveis, esses dois homens!) não fazia por onde amortecer sua ira. "Como era possível caber uma cólera tão grande num homem tão pequenino?" devia estar pensando o garçom durante o tempo em que, assistindo à pendenga, limpava o salão porque de noite tinha festa.

— Minha mulher não pode passar na rua, que você vai atrás dela dizendo gracinhas e fazendo propostas indecentes. Com mulher de homem não se facilita, está ouvindo? Está sabendo, bicho? — perguntou o pequenino, numa inflexão absolutamente Ipanema, que contrastava sobremodo com seu porte Lilliput.

A cerveja dormia no copo alto, o conhaque esfriava no cálice miúdo, o garçom colocava sob o balcão o produto colhido entre a boca e os olhos, e o homem pequenino, crescente de fúria, cresceu de estatura, subindo no travessão que serve de apoio para os pés. Com isto, conseguia atingir a altura do peito do homem enorme, com seu dedo que nem se via de tanto que se agitava num incitamento exasperado.

— Vou lhe dar uma surra que você nunca mais vai esquecer. Pensa que só porque você é grande e eu sou pequenininho, você pode fazer e acontecer aqui na rua? Pensa que eu vou botar o galho dentro? Pensa que eu tenho medo de você, seu babaquinha? Pra mim, maior o pau, maior a queda. Dou-lhe um soco só e você, cada vez que lembrar do soco, vai cair de novo! — berrava o homenzinho pequeno de ódio tão comprido. — Fala um troço aí. Diz uma sílaba. Fuma! Pega nesse cálice. Cale-se! — ordenou ao homem enorme que permanecia calado.

Não era uma cena que se possa ver freqüentemente e, por esta razão, o homem pequenino fez a pausa enumerada no início da estória para conseguir um efeito dramático mais de acordo. Feita a pausa, vamos nós.

— Mulher do Jurinha ninguém paquera, porque o Jurinha é fogo no jirau. O Jurinha bate por baixo, pra ver você cair de cima. O Jurinha é bom de pernada e de bolacha, ouviu, seu bobo alegre, paspalho, vagabundo, cafajeste, cachorro vira-lata, vaca de presépio, bode expiatório, cavalo de corrida, gato de hotel, mosca morta, galinha comeu, rato de gaveta, rabo de arraia, cabra da peste, leão-de-chácara, vaca foi pro brejo, galo de briga, peru de pôquer, rã à doré, pé de pato, mão de onça, serra das araras. Depois das zoológicas ofensas que conseguiu recordar para desfeitear seu êmulo, o homem pequenino calou-se. Das coisas enunciadas, ficou faltando o soco para que a estória se finde.

Foi o que o homem enorme deu na cabeça do pequenino. Um só, de cima para baixo, que lhe provocou a morte instantânea, por hemorragia interna e fratura do occipital. Que estória decepcionante!

Fonte: O funeral da vaca - Chico Anísio

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Cigarrinho do capeta

capeta1 cópia Saiu no G1 uma noticia no mínimo estranha.

"Uma fábrica de cigarros da Indonésia pediu desculpas e aceitou pagar os gastos médicos e odontológicos de um fumante que perdeu seis dentes depois da misteriosa explosão do cigarro que fumava.
Andi Susanto, um guarda de segurança de 31 anos, circulava de moto perto de Jacarta quando acendeu um cigarro da marca Clas Mild e este repentinamente explodiu.image
Susanto precisou dar vários pontos na boca e teve os dentes extraídos. Depois de sua hospitalização, o homem procurou o fabricante, que aceitou pagar todas as suas despesas.


A polícia abriu uma investigação do caso, e Susanto decidiu parar de fumar".

Comentário: Pouco me importa que o sujeita queira morrer de câncer, de enfisema pulmonar, de insuficiência respiratória ou renal devido a porcaria do cigarro. Mas de explosão!!! É querer perder o cliente rápido demais.  Osama ta se superando em suas táticas.

(Desenho Jorge)

Contatos 4 grau

imageSemana passada tirei um tempo  para assistir "Contatos de Quarto Grau" ("The Fourth Kind"), com Milla Jovovich. Fiquei impressionado com o marketing do filme. Tudo parecia um documentário muito real. O que pega mal é o excesso de cenas do estilo exorcista e Exorcismo de Emily Rose. O filme peca em querer mais assustar do que informar as pessoas sobre a única coisa que é real do filme – O desaparecimento de 40 pessoas. Este fato sim, é real. A história gira em torno da Psicóloga que após ter um seu marido morto de forma estranha, passa a ter pacientes no Alasca que tem a mesmo tipo de doença. (Insônia) O que leva ela investigar a fundo. Se a psicóloga existe não sei. A universidade mencionada existe. Mas a mesma recusa-se a falar do assunto.

Abdução: Este tema rodeia todo o enredo do filme. Dá-se entender, que quem tiver um “ possível contato” que corra o mais longe possível... Não precisa investigar em outro países para saber de casos de abdução. No Brasil temos alguns deles com resultados trágicos.

image Caso Antônio Amador de Lima (Um interessante caso de tentativa de abdução envolvendo um sitiante de Santo Antônio, Rio Grande do Norte

clip_image002 Caso Moisés Campelo (Um sitiante a caminho de casa é surpreendido por uma luz intensa que o paralisa e levita alguns a metros do chão em duas ocasiões, gerando efeitos fisiológicos prejudiciais)

clip_image004 Caso Januncio (caso de tentativa de abdução envolvendo um sitiante de Santa Cruz, Rio Grande do Norte)

Mais uma de Pastores

Pastor Sonic:

Pastor Genki Dama:

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A verdade na morte do Michael Jackson

A impressa toda noticiou a morte do astro pop como fatídica. Mas o pseudo-cantor Jon Lajoie (o cara fez uma linda canção do vídeo 2 girls 1 cup) compôs uma canção para a imprensa que noticiou o fato com muito bom humor:

Do atendimento informatizado

Século XXI: a era da tecnologia, dos sistemas informatizados, do acesso supostamente facilitado. Mas, amiguinhos, nem tudo é a maravilha que parece. E apenas nas horas em que realmente PRECISA da tecnologia que descobre sua verdadeira função.

Naquele 5 de Fevereiro você descobre que a fatura do seu cartão de crédito está prestes a vencer, os juros são de 30% ao dia, sua conta já está no cheque especial desde que resolveu presentear sua querida cunhada com aquela viagem para Fernando de Noronha (com certeza a troco de chantagens sobre a ligação da Fernandinha) no Natal e para piorar seu chefe te deu uma pilha de trabalhos para resolver. Como quem vê um barquinho de salvação durante a enchente, você lembra do atendimento ao cliente online ("estamos 24 horas conectando você ao mundo"). Rapidamente você entra no site e acessa o "canal plus + do cliente". Aí vem um monte de telefones, cada um para um problema diferente. Tudo bem, você já está ferrado mesmo, sem muito tempo para pensar, então anota todos e tenta a sorte.

Pois bem. Lá vai você para o primeiro número, de atendimento geral ao cliente. O nervoso já te faz impaciente, tudo conspira contra sua vida e a tecnologia que parecia ao seu favor, começa a trair sua confiança... Eles te colocam uma máquina para falar sobre o que deseja. Uma voz robotizada começa: "Bem-vindo à Central de Atendimento do "Card-Express". Como posso ajudá-lo? Para falar com um de nossos gerentes, tecle 1. Para saber sobre multas e cobranças, tecle 2. Para saber sobre formas de pagamento, tecle 3. Para falar pessoalmente sobre seu problema tecle 9." Ótimo. Agora você sabe que seu problema aqui pode ter 3 soluções diferentes e não sabe o que apertar. Na dúvida, tecla o 9 para ver o que acontece. A máquina volta a falar contigo: "Bem-vindo ao serviço de sugestão por voz! Agora diga, pausadamente e em poucas palavras, qual é a sua dúvida." E agora, o que eu falo? "Oi, eu sou um desesperado que quer pagar a porcaria da conta o mais breve possível?" Não... Pensa, pensa... "Atenção, o seu tempo para atendimento por voz se esgotou. Retorne ao menu principal para ver outras formas de atendimento. Obrigada." Ahhhhhhhhhhhhh!!!! Sua paciência está na linha limítrofe, mas você ainda arruma forças para fazer uma nova tentativa. Disca o número, aperta o nove, direto e fala: Oi, eu quero pagar minha conta em atraso, é urgente. URGENTE!. "Oi, eu quero pagar minha conta em atraso, é urgente. URGENTE." Me desculpe, não entendi o que você quer. Podemos te passar para um de nossos colaboradores?" Sentindo-se patético por falar com uma secretaria eletrônica, ainda há força para responder um "sim" já meio desanimado. Segundos depois, volta a voz infernal: "Atenção. Seu tempo para atendimento por voz se esgotou. retorne ao menu principal para ver outras formas de atendimento. Obrigada." Pronto. Eles conseguiram ultrapassar a dita linha tênue. Esquecendo-se de que absolutamente ninguém ouvirá suas lamurias, começa: Vai se ferrar, a Card-Express e o seu sistema informatizado! É um absurdo isso! Se a gente não paga, eles bloqueiam a merda do cartão. Se tenta falar com um mísero assistente, tem que ficar falando com essa máquina idiota! Ahh, vá! Não vou pagar mais nada também!

É sempre assim. Se houve alguma identificação entre sua vida e esse texto, não é mera coincidência. No final você sempre acaba brigando com a máquina, xingando os atendentes-fantasmas, recebendo as multas por atraso em casa e voltando a esquecer de pagar suas contas alguns meses depois. Isso quando ainda não chegou no nível das musiquinhas medonhas que te colocam para ouvir, quando finalmente consegue falar com os pseudo-atendentes. "Senhor, gostaria de anotar o número do protocolo?" Não, minha filha, eu gostaria de resolver a porcaria do problema aqui o mais breve possível. Dá para ser ou quer que desenhe??? Se já tá nesse estágio, parabéns. Falta um passo para entrar no PROCON. No sistema ultra-moderno informatizado do PROCON...

Carta de Um Assassino

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Harry hanz.

Em julho de 1998, um prisioneiro do corredor da morte no Texas, Estados Unidos, escreveu esta carta para um jornal.

Agências de notícia de todo o país a divulgaram.

Harry cometeu um crime bárbaro. Seqüestrou, violentou e matou uma jovem esposa. Roubou o carro dela e foi até a casa para roubar e matar o marido e sua filha uma criança de 6 anos com tiro na cabeça. O marido dela urinou-se todo nas calças antes de morrer. O criminoso demorou tanto com seus atos inescrupulosos que deu tempo a policia chegar e prende-lo no quintal da casa.

Iguais a estes tem de monte no EUA, o que diferencia este caso, é que o Dito casal assassinado, através de um médium solicitou que fosse acompanhado o assassino até o final, ajudando e confortando antes de morrer. Por terem perdoado o criminoso, Harry pediu que fosse retirado toda apelação que poderia levar até 10 anos para ser executada. E passou a trabalhar enquanto não vinha a ordem, na recuperação de presos de crimes menores ou iguais aos dele.

Em Agosto de 2000 foi executado com injeção Letal.

O mesmo deixou esta carta antes do dia final:

Um ser humano é parte de um todo chamado por nós de "Universo". Ele vive sua vida, seus pensamentos e sentimentos com uma parte limitada e separada do resto - uma espécie de ilusão de óptica de sua consciência. Essa ilusão é um tipo de prisão para nós, limitando-nos aos nossos desejos pessoais e afeições por pessoas próximas de nós.

Albert Einstein

"Nossa missão deve ser a de nos libertarmos desta prisão ampliando nosso círculo de amorosidade para abraçar todas as criaturas vivas e toda a natureza em seu esplendor. Espero que você, depois de ler esta carta, comece a desmanchar quaisquer que sejam as prisões construídas por você mesmo. E rezo para que todos nós desmanchemos as que construímos e que nos separam uns dos outros".

Aparições

Tabernáculo em Canoas, RS. Ato de oração inicial para começar o Batismo.

UMA TERCEIRA PESSOA se apresentou no ato; onde a câmera fotográfica captou a imagem sobrenatural deste ser. Seria um anjo???

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Anjo_batismo Voce acredita em aparições desse tipo? Deixe seu comentário.

Fonte